quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

ser mãe é onde eu sempre quis estar!

Olá Meninas e Meninos,

Hoje meu post é um desabafo.
Ultimamente eu ouvi  (li) muito sobre o assunto parto normal e cesárea.
Confesso, sinto-me inundada senão afogada com este assunto.

Eu não sou uma defensora da cesárea. Até porque meu desejo era poder ter mais de 4, 5 ou 6 filhos, e a cesárea geralmente limita esta capacidade de dar à luz!
Muitas vezes tenho visto as pessoas discriminarem as mulheres que fazer este tipo de parto e até de compadecerem sendo que este não é um assunto sobre compaixão.
Muito menos ainda, é um assunto sobre qualificação para maternidade.

Conheço uma mulher que teve  a maior parte do seu corpo queimado e por isso, pela fragilidade de sua saúde, teve de OPTAR por fazer cesárea, pois isso seria mais seguro para si mesma. Acho que todas concordam que mais vale um bebê com mãe do que um órfão recém nascido.

Conheço uma outra mulher que teve gêmeos recentemente. Anteriormente ela teve um parto normal e uma cesárea. Mas falando deste parto de gêmeos, ela foi uma mulher lutadora e valente como muitas outras, mas talvez, com um pouco mais de conhecimento e coragem decidiu parir gêmeos do modo normal. Pois bem, o parto correu bem até dar à luz ao primeiro bebê, então, no meio do parto, logo após sair o primeiro bebê, houveram complicações e tudo estava se tornando sério. Naquele momento aquela mãezinha corajosa e muito muito inspirada OPTOU por deixar o outro bebê sair através da cesárea, pois ele não estava conseguindo sair do modo normal e estava começando a sofrer e também a fazer sua mãe sofrer. Ambos tiveram momentos bem difíceis, mas depois médico ter realizado o procedimento, poucos momentos depois disso, mãe e filho(s) estavam ali juntos, sem correr risco de vida, podendo aumentar a família e a multiplicar felicidade.

Já ouvi também a história de uma mulher que teve paralisia cerebral na infância. Por sorte ela só teve problemas com as pernas, deixando-as um pouco tortas e sem flexibilidade. Ela precisou OPTAR por uma cesária para dar à luz ao seu filhinho. Neste caso, a cesárea possibilitou á ela a chance de exercer a maternidade.

Em todos estes casos eu não vi nenhuma destas mulheres serem forçadas ou pressionadas a OPTAR por um parto ou por outro.
Sei que existe também a realidade de alguns médicos que se aproveitam da indecisão de algumas de suas pacientes com relação ao parto e aproveitando sua ignorância as incentivam ao que lhes convém. Entretanto, sinto que muitas mulheres (como as citadas acima) sentem-se oprimidas por toda esta falta de sensibilidade e compreensão. Gente, cada caso é um caso.

Como falei, não sou uma defensora da cesárea. LONGE DE MIM SER!
EU SOU UMA DEFENSORA DA MATERNIDADE.
A maternidade é um chamado divino. É quando podemos estar mais perto de Deus e ter ajuda de seus anjos. É um trabalho glorioso. Às vezes parece um pouco ingrato e como muitas de nós falamos: “é trabalho sem fim!”.


Gostaria de expressar o  meu ponto de vista com relação ao assunto.
O tipo de parto não nos qualifica. Este mesmo item não podem nos classificar em que tipo de mãe nos tornaremos.
É o dia a dia, nossa dedicação, fé, até mesmo nossa devoção à maternidade e tudo o que se resume nisso é o que realmente vai dizer que tipo de mãe somos.
Só isso de sermos mães já diz muito por si só. Diz que somos mulheres de valor, porque decidimos gerar e dar à luz à um filho de Deus aqui na terra.
A forma com que estes bebês chegam ao mundo não deveria ser mais importante com que a forma que os recebemos da escola, ou que os acalentamos quanto correm em nossa direção aos prantos, ou como ensinamos as verdades sobre a vida e sobre o amor, sobre respeitar a natureza e ter  fé.

Volto a dizer, não defendo um tipo ou outro de parto.
Vim aqui hoje apenas dizer mais sobre mim.
Eu sou uma destas mulheres que OPTOU por uma cesárea.
eu sou uma mãe. Sou uma mulher que dedica sua vida 24hs do dia para cuidar, educar e dar amor aos filhos que através de mim vieram ao mundo!
Eu nunca vou negar minhas responsabilidades como mãe. Não vou negar este chamado.
Não! Não! Eu não sou uma mãe perfeita. Mas meus filhos terão em meio às suas lembranças da infância, uma mãe presente em cada momento. Uma mãe amiga e companheira, professora, cozinheira e seja mais o que for... mas eles irão lembrar o quanto me dediquei e saberão que haja o que houver neste mundo, nesta vida, existe uma mulher em quem eles poderão confiar sempre.
Eu desconfio que em sua maturidade, eles não irão lembrar se optei por um ou outro parto. Mas sei que eles irão lembrar de cada sacrifício que fiz por eles, de tudo o que deixei guardado em mim mesma por algum tempo em que eles eram total prioridade, do tempo que deixei de sair com o papai, que deixei de estudar, ou mesmo de ir ao salão de beleza para economizar um pouquinho mais (para eles)....
Eu sei disso porque isso vai estar gravado em cada lembrança deles e em cada olhar nosso!

Eu amo ser mãe.
Eu quero fazer isso do jeito certo!
Eu amo estas mulheres que conheço que tem vidas repletas de histórias inspiradoras, cheia de sacrifício e amor por seus frutos!
Que benção maravilhosa ser mãe. Que coisa celestial! É um pedacinho do céu.

Ser mãe é onde eu sempre quis estar!!

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Ele já tem 7 meses...



 Todos os dias eu olho pra ele e penso: PARE DE CRESCER!!!
E quando eu olho para a OLIVIA meu desespero aumenta pois me parece que ela cresceu enquanto eu piscava os olhos.

Ser mãe de bebê é ter pouco tempo para si. É dormir pouco. É não poder saborear a comida (comer depressa).  É tomar banho em 5 segundos!

Mas também é aprender a respirar e manter a paciência diante de novas situações.
Com dois filhos (ou mais) então!? Aí isso se torna um hábito porque a gente sabe que se desesperar não resolve os problemas! E que quando a gente finalmente consegue manter a calma as crianças se sentem mais seguras! Tudo fica mais fácil...
Eu queria escrever mais mas tem dois bebês pedindo a minha atenção...
E quer saber, eu vou, eu vou antes que eles cresçam!



segunda-feira, 4 de novembro de 2013

vozes contraditórias


Faz um bom tempo que eu não sento aqui para escrever um pouco.

Mas hoje, mesmo com a casa toda precisando de uma SUPER organização decidi parar um pouco e aproveitar que as crianças estão dormindo, (SIM, os dois ao mesmo tempo!!) para escrever um pouco.

Passamos um tempo sem computador e isso foi o maior culpado de eu não escrever e nem terminar aquele álbum! Mas estou quase lá!


este tempo de silêncio e sem internet (fácil) me ajudou bastante.
neste tempo encontrei gente para ajudar, um bom livro para ler, mais tempo com a Olivia e comigo mesma e também nesse meio encontrei força, idéias, pessoas, e outras coisas que estão me ajudando a me sentir melhor!

Eu estava e ainda estou passando por momentos difíceis... e antes que achem que estou me lamentando, aproveito para perguntar:

Qual de vocês mãezinhas, não estão sempre passando momentos difíceis???

Todos os dias as coisas mudam, os filhos crescem, os problemas aparecem, a gente também muda, o mundo muda... e TODOS OS DIAS tudo isso cai em cima da nossa cabeça logo cedo.

Tem gente que odeia segunda-feira, eu adoro! Para mim é uma chance de recomeço, de fazer direito e de dar um jeitinho nestes problemas que foram lançados à nós!

Mas falando de tudo isso que vem como uma onda querendo nos engolir e às vezes a gente sente que não pode mais nadar contra a correnteza, a gente se sente sem forças para lutar ...
(e era assim que eu estava me sentindo – e que ainda me sinto às vezes)
é nessa hora que a nossa fé é posta a prova e é nesse momento exato que a gente precisa ver que a gente PODE.

Você deve estar se perguntando: como vou achar que POSSO se estou sem forças??

É simples assim (mesmo que no início não pareça), é só encontrar um local confortável, se ajoelhar também de um jeito confortável e então orar. Orar visualizando o rosto de quem você está conversando. Orar com a certeza de estar sendo ouvida e que vai ser respondida.

Esse é o jeito de começar. Depois disso vem a nossa consciência de reconhecer o que está errado, o que precisa melhorar e correr para mudar isso.

Hoje eu estou me sentindo bem, mas não é um trabalho fácil se sentir confiante como mãe, como mulher...
eu estou dizendo isso por mim. Tenho sofrido algumas cobranças sobre minhas atitudes como mãe e tenho sido tratada as vezes como se eu não soubesse o que estou fazendo. Isso me faz sentir uma forte frustração! e no fim acaba abalando um pouco a minha auto estima e minha auto confiança.
Já não é fácil e algumas pessoas, querendo nos ajudar acabam por nos deixar anda mais frustradas dando importância a coisa irrelevantes.

No fundo eu acho que todas nós, mães jovens e jovens casadas passamos por isso.
sempre tem alguém (geralmente uma mulher mais velha como sua mãe, sua irmã, uma avó ou tia, uma desconhecida ou uma irmã da igreja) querendo nos ensinar a fazer algo:
-como vestir nossos filhos
-a que horas dar banho
-como alimentá-los
-como cozinhar
-como limpar seu banheiro
-como fazer seus filhos parar de chorar
- e até como segurá-los.

Acreditem, já foi muito mais que isso, e isso me deixa um pouco feliz e um pouco triste.
calma, vou explicar os porquês!

FELIZ
em saber que algumas pessoas se preocupam comigo e com minha família e querem passar sua experiência para que seja mais fácil para mim.Isso porque dá para perceber quando é ajuda ou só MAIS UM SERMÃO. E quando é ajuda a gente se sente feliz, afinal que não gosta de uma ajudinha??


TRISTE
porque EU CRESCI, e muitas pessoas não veem isso. Não veem que sou capaz. Que senti vontade de casar e ter filhos e que eu sofri as dores para gerá-los e tê-los hoje em meus braços. Que eu tenho a minha experiência também e PRINCIPALMENTE a inspiração de Deus e ajuda de seus anjos nesse trabalho.
Por favor não me julguem como orgulhosa!

SIM, eu sei que humildade é importante para aprender qualquer coisa na vida.
Mas muitas vezes em que me vejo nessa situação (disse muitas não em todas), eu me sinto SUBESTIMADA em minha inteligência e capacidade.
Às vezes, assoberbada com isso, e quando as coisas parecem não funcionar... quando a gente está naquele momentozinho de perder o controle das coisas estas vozes contraditórias me vêm a mente e sinto não estar sendo boa mãe ou esposa, chego a pensar que não estou fazendo as coisas do jeito certo e acabo duvidando de mim mesma! Isso me enfrequece, e não pode ser assim...

Eu acredito em minha capacidade e orar e buscar outras soluções e ajudas tem sido muito importante para mim.

Hoje eu passei momentos difíceis já, desde que acordei, MESMO ASSIM ME SINTO CAPAZ de resolver tudo , pois tenho amor, paciência, tenho as qualidades e os conhecimentos que preciso para resolver e quando estiver impossível aos meus olhos, resolver isso ou aquilo, em meu coração eu vou pensar: “Haveria coisa alguma difícil ao Senhor?”

Para terminar por hoje, pois tenho um milhão de coisas para fazer antes que os pequenos acordem, gostaria de parafrasear a irmã Patricia T. Holland que me fez ver mais sentido sobre este assunto em suas sábias palavras e também me fez saber que sempre há respostas e encontraremos tudo o que buscarmos com fé.

 

“Para onde devemos voltar-nos quando ouvimos tantas vozes contraditórias que tentam definir nosso papel como mães no mundo de hoje? Estamos estudando as palavras iluminadas do passado, as palavras pelas quais os profetas deram a vida e os anjos desceram à terra? Podemos ignorá-las impunemente como o vasto depositário das mais claras instruções de Deus e ainda queixarmos de termos sido deixadas sozinhas em um mundo complicado e cruel?
devemos estudar as escrituras como a antiga Israel, dia e noite. Dessa forma nossos problemas e dúvidas receberão auxílio...
e assim, com princípios simples, tradicionais, testados e comprovados, tais como a oração fervorosa, o estudo sério das escrituras, o serviço altruísta e a paciência nas aflições, as bênçãos do céu se derramarão sobre nós, incluindo as menifestações pessoais do próprio Filho de Deus”.

Eu sei que a gente é capaz. Sei que cada uma de nós tem algo diferente para compartilhar. Que podemos com nossas experiências nos ajudar e crescer juntas. Não vamos deixar as vozes nos ditarem as regras, antes, vamos buscar nossa própria sabedoria e a ajuda divina. O Senhor vai nos ajudar nisso por este trabalho também é Dele.

 

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

promessa é dívida!

faz um tempo que eu não escrevo nada. nosso computador de foi. estragou para sempre, como eu costumo dizer, assim como a TV e o carro. mas tudo bem. vamos levando.

estou em dívida com vocês, não consegui terminar meu álbum das 36 fotos, uma porque o computador queimou e não pude assim, escolher as fotos. outra, que para ser SINCERA, nem consegui começar o álbum... foi um pouco de desânimo sim, mas também muita correria com imprevistos!

mas para não ficar feio para mim... para que eu não parece alguém que promete e não cumpre farei isto:
cada dia que passa serei "OBRIGADA" a adicionar uma foto. ou seja, se terminar em 50 dias será um álbum de 50 fotos.

quem quiser por favor me cobre, isto ajuda!



quinta-feira, 3 de outubro de 2013

blogterapia V - o peso da responsabilidade

esta semana tivemos a oportunidade de refletir porque tantos casais estão se separando e consequentemente, quantas FAMÍLIAS, estão separadas!

chegamos a conclusão que um dos fatores cruciais deva ser o peso da responsabilidade.
o peso é grande...
quando a gente se torna mãe (e pai) é mais do que voltar para casa, jantar juntos, conversar com calma e assistir um filminho do começo ao fim... namorar... etc...

ser mãe e pai é um momento de privação na vida... mas não de privação da vida!
continuamos vivendo e diria ainda que vivemos com muito mais motivo, com mais amor, com mais intenção. e aí que a vida vale a pena!

é um momento, principalmente para nós mães, de privação daquele banho mais demorado, de ir a manicure talvez, para estudar e trabalhar fora para algumas, de comer com calma, sentindo o sabor da comida, de visitar amigas e ter algum lazer.

mas se olhar com calma, se conseguir enxergar fundo vai ver, é um tempo em que a gente desenvolve mais nossos talentos ... muitas vezes somos nossas próprias cabelereiras e estilistas. noutras somos grandess esportistas, correndo o dia todo. aprendemos a lavar, dobrar, passar e varrer a casa tudo isso junto e ainda lavando a louça e fazendo pulseirinhas com as meninas no chão da sala!

aprendemos a ter mais paciência e calma, e isso nos deixa PRONTAS para enfrentar o que vier!

nos tornamos CHEF'S, variando os pratos, aprendendo e testando novos ingredientes todos os dias!

nos tornamos nutricionistas, sempre preocupadas em fazer o filho comer a cenourinha de algum jeito. temos que fazer entrar por aquela boca algum vegetal fresco, algum legume refogado, alguma fruta e aí já acaba que nossa culpa diminui por dar docinhos e besteirinhas de vez em quando.

nos tornamos médicas capazes de curar TODA  e QUALQUER dor com um beijo e um abraço.

é nessa época que nos tornamos aquilo que nunca seríamos com mais tempo livre, com mais horas de sono e com menos privação.

não quero dizer com isso que a mulher que não é mãe não sabe nada disso. muitas mulheres nem precisam passar por isso para ser tão incríveis que mereciam servir de exemplo de vida!

mas EU.... falando de MIM!!! eu não seria nada sem isso. quase tudo o que sou hoje se resume nesta pequena palavra MÃE. 
sinto que preciso aproveitar este momento, um dia eles vão crescer. aí vai ter menos privação, sim, mas com isso menos necessidade da mãe! então, que este dia demore!

hoje eu queria falar mais sobre essas coisas boas de ser uma mãe em tempo integral. todo esse acúmulo de serviço do céu, de sabedoria, o desenvolvimento dos talentos e capacidades. a mágica que acontece quando a gente pega no colo um dos filhinhos de Deus e  sente que são um pouquinho nossos.
a eterna felicidade de fazer parte desse Plano maravilhoso!

mas sentir isso só é possível porque eu  tenho um homem ao meu lado que honra seu chamado de pai. ele cumpre o seu papel. ele ama os seus filhos. e acorda e trabalha todo dia por eles. ele vive por nossa família. e por fim, ele nos faz sentir protegidos e amados. e proporciona este momento em nossas vidas.



hoje bem cedo eu estava pensando em muitas coisas e minha cabeça ficou cheia.
pensei que eu queria ser vista como sou. queria tirar a casca. não queria ser julgada por um momento difícil da minha vida, ou por uma conduta imperfeita. eu queria me sentir amada e compreendida. queria poder dividir o PESO DA RESPONSABILIDADE sem ser julgada por meus sentimentos e pensamentos.

quando me vi assim, assoberbada com estes pensamentos eu olhei para o meu lado, e ele estava lá, dormindo tranquilo. ele, que é meu companheiro, estava ali. ele sempre está ali e sempre está  pronto a me ouvir, me apoiar, e me aconselhar sem me julgar. ele está disposto a me mostrar o caminho e pegar na minha mão ao longo dele. ele me compreende e isso é perfeito para mim! 





e então pensei em quanto amor e compreensão eu tenho em meu lar e que aqui é o meu lugar e que isso me basta para ser feliz! aqui eu sou EU, sem a casca e as pessoas que estão aqui sabem quem realmente sou. e justamente por isso que eles me amam e sabem quão incrível eu sou/posso ser!
aqui que a mágica acontece.




então é assim que me sinto. sou imperfeita, às vezes me sinto cansada e temerosa!
mas muitas e muitas vezes me sinto confiante, feliz e grata por tudo o que tenho, por tudo o que sou.




sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Álbum de Familia

hoje, lendo um blog que acompanho, recebi um desafio para fazer um album de família.

hoje com a fotografia digital adquirimos o hábito frenético de fotografar e fotografar  mas nunca revelar!

falem a verdade, não revelamos nem metade da metade das fotos que tiramos!

então resolvi aceitar o desafio para que a história da minha família não passe em branco.

quem quiser saber do que se trata este desafio e como participar entre no link!








a família é a maior benção que temos. sua história (antes de nós) serviu e (junto com a nossa) servirá de exemplo e será motivo de gratidão por todas as gerações futuras!




viver é recordar e recordar é viver! vamos lá!
tenho certeza que essa pequena atividade nos dará muita alegria e nos trará um 
amor ainda maior por tudo o que estamos realizando em nosso dia a dia!



terça-feira, 10 de setembro de 2013

eu queria ser uma árvore



eu queria ser uma árvore,
porque elas dão frutos, dão flores e se não dão nada disso ainda dão folhas...

eu queria ser uma árvore,
alta o suficiente para estar longe do que é baixo.

eu queria ser uma árvore, 
para que os ventos soprem e levem minhas folhas mas nunca alterem minha raiz.

eu queria ser uma árvore,
que sem mudar de lugar recebe a luz, o alimento e tudo o que precisa.

eu queria ser uma árvore,
mesmo sabendo de seus esforços para continuar em pé nos dias de tempestade.

eu queria ser uma árvore, 
porque elas se renovam de tempos em tempos.

eu queria ser uma árvore, 
 e ser humilde para ser podada ,entendendo que é para o meu próprio bem.

eu queria ser uma árvore,
e poder ser útil ao cansado, dando-lhe abrigo na sombra.

eu queria ser uma árvore,
que se pudesse  tirar proveito de meus produtos e de mim mesma

eu queria ser uma árvore, 
porque elas não tem dificuldade em se expressar, já que para entender uma árvore basta observá-la

 eu queria ser uma árvore,
pois saberia que da minha morte nasceria a esperança  na forma de uma casa, por exemplo.

eu queria ser uma árvore centenária 
para ser respeitada e ter algo a ensinar através de minha história.

e por fim,
queria ser uma árvore onde se gravasse o amor infinito de qualquer casal.
que do amor eu servisse de testemunha.






algumas árvores precisam de cuidado mais que outras. algumas são fortes o bastante para viver somente com a luz do sol, com a água da chuva e os nutrientes que encontra no solo. elas são independentes ao encontrar força em si mesmas.

outras, precisam de PODA, de CUIDADOS ESPECÍFICOS e de atenção para que as ervas daninhas ou as intempéries não as tornem fracas a ponto de enfraquecer tanto sua raiz, que morrem. estes cuidados não podem ser feitos de qualquer jeito. seu cultivo exige atenção.

sendo assim, para ir ao fim,
gostaria de ser uma árvore tão amada assim.
g